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Qual o sentido da vida?

Esta foi a capa da revista Vida Simples de outubro de 2013.

Pensei que a reportagem não iria me acrescentar muita coisa, mas ao contrário, movimentou meus pensamentos...

No texto de Rosane Queiroz, ela pergunta à filha de nove anos qual o sentido da vida. A menina não entende bem a pergunta e Rosane traduz para “Por que a gente está aqui nesta vida?” A menina responde “Ah, para viver a vida, né?”

Ainda no texto é citado um estudo que investiga o sentido da vida publicado na revista britânica Journal of Humanistic Psychology, dirigida por Richard Kinnier, da Universidade do Arizona (EUA).

A pesquisa partiu da análise de frases de 200 pensadores.

Para a minoria de pessimistas como Freud, o criador da psicanálise, e o escritor Franz Kafka, a vida não tem sentido.

Para Napoleão e o físico Stephen Hawking, a vida é um mistério.

Para Bob Dylan, uma piada. Mahatma Gandhi diz “Encontro minha felicidade me colocando a serviço de todas as vidas”

A melhor para mim foi a do indiano Osho: “A vida nem tem sentido nem é sem sentido. A questão é irrelevante. A vida é simplesmente uma oportunidade, uma abertura. Depende do que você faz dela. Depende de que direção, que cor, que canção, que poesia, que dança você dá à vida.”

Segundo meu amigo Rui de Oliveira Junior,” ...a vida é um privilégio”. P

ara Daniel Kaltenbach autor do livro Sonhar é a Magia da Vida (ed. Ônix), “A maioria das pessoas não vive, deixa-se viver. Aquelas que têm prazer no que fazem são as que cumpriram seus sonhos”. Do best-seller A Erva do Diabo, de Carlos Castaneda, Dom Juan diz: “Todos os caminhos levam a lugar nenhum, mas alguns caminhos têm coração”. Mas como saber se o caminho tem um coração?”questiona o aprendiz. “Qualquer pessoa sabe disso.

O problema é que ninguém faz a pergunta. Um caminho sem coração nunca é agradável. Devemos trabalhar muito para segui-lo.

Por outro lado, um caminho com coração é fácil” Vamos além, e o dinheiro traz felicidade? Segundo Daniel Kahneman prêmio Nobel da economia em 2002 e Angus Deaton em pesquisa realizada em 2010 com 450 mil americanos, 6250 dólares/mês é o ponto de corte acima do qual não existe mais ganho no bem estar.

A moral da pesquisa foi: “Para ser feliz, o importante não é ser rico, mas sim não ser pobre”.

A vida é para todos? Até agora, para quem perguntei, a resposta foi sim, a vida é para todos!

Abraços André Viana

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